Falando em (des)construções...
É impressionante como o processo de construção, a priori e em muitos casos, amendronta e faz com que mãos e mentes se corroerem de nervoso. Nessa ciscunstância, frases do tipo "eu não sei se consigo" ou "mas nunca tentei isso antes" tendem a vagar pela cabeça daqueles que são confrontados com a árdua tarefa de "parir algo". Não foi diferente comigo durante as duas últimas aulas de Tecnologias Cconterâneas e Educação. Alí aprendi, e produzi, diga-se de passagem, sons e imagens. O primeiro foi a utilização de um software (que me esqueci o nome) para desenvolver uma rádio. O documento gerado por mim, e pelas demais colegas, foi hilário e nos deu uma noção do que e de como podemos ser ativos e nos fazermos ouvidos nas nossas tecnologias; estas que, apesar de tão próxima de nós, se distanciam por causa do nosso receio de sermos engolidos por elas. Acerca das imagens, produzi um slogam para o joguinho Pacman. Utilizei ferramentas de um software também livre (e que também me esqueci o nome) e que me ajudou a potencializar minha criatividade, digamos assim. No final das contas, saí orgulhosa de mim mesma pelos seguintes motivos: cosntruí, mesmo em face de receios... ( Ah, tenho que ressaltar também que o instrutor ajudou muito. Afinal de contas, não são todos que têm uma paciência tão grande como a de Moisés) e me senti mais ousada para intervir onde eu ache ser necessária, divertida, ou até mesmo conflituosa a minha interferência.
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